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3 de março de 2017

Num potinho


A vontade de te esmagar de amor continua. Queria muito poder te guardar num potinho. E juro, nem é só por ciúmes... É por querer te proteger desse mundo doido. Você é tão especial, que tenho medo que algo possa te magoar, te ferir! Queria poder te cuidar, te mimar, te "lovar".


Porém, você não coube no potinho e o mundo ainda não é um lugar seguro... Talvez você fique protegido em minha memória. Em mim, guardarei você, do jeito mais bonito que puder, te prometo. Em mim, te cuido, te mimo e te "lovo"...

1 de outubro de 2015

Sobre aquele dia


Era Setembro. Primavera. Tinha que ser na Primavera. Te vi e me encantei pela sua barba. Pela sua pele tatuada. Pelo seu jeito marrento. Por ti inteiro. Tudo tinha flores. Começamos a conversar mais. Me ferrei! - Eu pensei. Descobri que além de  lindo era fofo. Um F O F O. Gentil e doce. Então, a cada frase eu comecei a te querer mais. Te queria para mim. A cada dia a "coisa" que você tinha despertado em mim, crescia. E crescia. E ficava mais bonita.

Dormir e acordar pensando em ti era muito bom. Estava tudo planejado. A espera. Um final de semana. Nós dois. Uma cabana na praia. Solidão de casal. Mas aquele dia aconteceu. E tudo mudou. E nada se concretizou. Um vazio se instaurou em mim. Foi avassalador. Na memória ficaram os dias ensolarados que você me proporcionou. No corpo ficaram as cicatrizes que me lembram dos dias ruins.

Passou. Hoje somos outros. Como um rio, sempre o mesmo e sempre diferente. Não fazemos mais parte da vida um do outro. E infelizmente, acredito que nunca iremos fazer. Mas aquele dia de Setembro. Não conseguirei esquecer. Ontem eu lembrei. Eu não chorei. Só lamentei. Você e suas flores me fazem muita falta. Ninguém conseguiu suprir tua falta.

Um ano. Passou rápido apesar de tudo. Ou por causa de tudo. Outras pessoas passaram. Passaram. E você ficou. Doeu. Dói. Amor. Amo. Desconexo. Quase surreal. Se fosse poesia seria lindo. Mas não é. Trata-se da minha vida. Do dia que te conheci. Do dia que quase morri. Do dia que te perdi.

21 de setembro de 2015

Sobre o que não posso te contar


sabe, não gosto mais de escrever para você. na verdade não gosto mais nem de pensar em você. por isso estou falando baixinho, só aqui em pensamento para ninguém saber que ainda escrevo e penso em você. eu deveria ter ido passear em tua cidade, mas não tive coragem. enrolei, inventei desculpas e pretextos. não fui. não vou. tenho medo de te ver. e eu morrer. tenho medo do meu peito se abrir e tudo que eu sinto escapar e ficar zanzando por ai e eu nunca mais consegui guardar novamente. tenho medo dos meus olhos encontrarem os teus. tenho medo de te ver e não poder te abraçar e tenho medo de te abraçar também. eu não era medrosa, mas você me bagunça. a vida aconteceu do jeito dela. tudo mudou muito. eu mudei. transformei. por pressão, não por vontade simplesmente. sabe, eu sinto sua falta. sabe, eu quero tanto estar com você. eu queria que tivesse sido. e que estivesse sendo. mas não foi e nem é. ponto. ponto. ponto. olha, eu te gosto muito. mas isso não muda nada. a vida segue. sem o nós. sem o fim do mundo. felizes do jeito que tem que ser. do jeito que tem que ser. ponto. 

29 de agosto de 2014

Sobre o que eu poderia te contar


Logo mais, será outro dia. Mais um, sem você. Consegui mais uma vez. Não conversamos, não te procurei. Na verdade não sofri nem senti nada dessas coisas tristes. Simplesmente passou mais um dia. É algo como uma transmutação, sem o fogo, mas que deixa um monte de cicatrizes. Não é planejado, mas é calculado. Contado e medido. Quantificado. Logo mais, amanhã novamente. Passará, passarei, passaremos. Um dia, ainda hei de ficar em algum lugar...
Por Camila Blopes

27 de junho de 2014

Coisa de insistente



Me podei, foi preciso coragem e loucura. 

Descobri que tenho espaço, vontade e cansaço
O horizonte me olha sem entender o que desejo
Olho de volta, com esperança dele me acolher
Me abraço forte, sinto frio e solidão
O pensamento vai longe, não quer ficar comigo
Sinto saudade e um pequeno desespero
Começa a chover dentro de mim
Não quero fugir, apesar do gosto salgado
Busco conforto em lembranças 
Sorrisos, beijos, sonhos, fé
Participo do velório, ajudo os enterrar
Divago, vago, sem sair do lugar
Depois de todo silencio ensurdecedor
Ouço lá longe alguém cantar:
"Leve com você só o que foi bom"
Mas não é o bastante para me ajudar
Quero levar algo que não sei o que é...
Por Camila Blopes

24 de maio de 2014

Urgências


O frio chegou, lá fora e aqui dentro 

O vento está gelado
Meu apartamento está gelado
Eu e meu coração também. 

Acho que a culpa é da saudade

Sinto falta de você perto de mim
Sinto falta do jeito como você mexe em meu cabelo
Sinto falta dos teus olhos e da tua barba.

Sinto saudade do teu cheiro e da tua voz
Saudade do aconchego do teu abraço
E do gosto da tua boca.

Meu bem, está difícil aguentar 

É muito tempo longe de ti.
Socorro, preciso de colo, do teu colo.
Por Camila Blopes

18 de maio de 2014

Sobre cortes e sangramentos


Hoje cortei meu dedo sem querer. Sangrou bastante, troquei três vezes o curativo. Eu estava sozinha, não tive ajuda de ninguém. Sei que isso não é novidade, estou sempre sozinha e aprendi a me virar assim. Não é um sofrimento, é costume. O problema é que, hoje quando me cortei, desejei que você estivesse por perto. Por um momento senti necessidade de ser amparada, me senti tão frágil. Procurei por todo apartamento e você não estava. Lembrei da questão geográfica, vivemos distantes um do outro. Senti tanta saudade que me deu um nó na garganta. Então te liguei, mas você não atendeu. Desliguei e voltei ao meu mundo, preferi não pensar no motivo. Continuei a fazer o almoço, terminei de lavar minhas camisas e fiz a resenha solicitada pelo meu professor de Psicologia Organizacional. As horas foram se arrastando, tirei um cochilo, telefonei para meus pais, terminei de ver a temporada de Hannibal e senti mais saudade. Ficar sem falar contigo me entristece, entretanto, não sou de insistir em ligações não atendidas. Sou mesmo uma cilada, sei que sou. E esquisita. Não gosto de hiatos. Quando sinto o corte em meu dedo latejar, fico confusa... Não sei se consigo permanecer muito próxima, tenho medo de sangrar novamente.
Por Camila Blopes

10 de agosto de 2013

A T T A C K



Bem que hoje poderia ter alguma luta repleta de pancadaria na televisão. Não aguento mais ver somente o meu sangue jorrando. Não me falta nada aqui, a não ser você. Tenho cadeiras, cama, emprego e até um automóvel com o tanque cheio. Venha! Preencha com tua presença o que me falta. A casa é sua! Não suporto mais esperar...

Por Camila Blopes

19 de julho de 2013

30 dias


Hoje completa trinta dias que não conversamos. Me sinto meio patética ao marcar no calendário a falta que você me faz. Essa história foi toda um faz de conta, nada tem muito nexo, mas a verdade é que me doei e me dói. Não queria sentir saudade, queria sentir você próximo de mim, seu coração batendo pertinho do meu. Espero que esteja feliz, que esteja melhor que eu. Sinceramente! 
Eu gosto de você, viu?! Não me interessa localização geográfica, sentimento não importa com isso. Eu te gosto muito, de verdade. Se daqui trinta dias ainda não tivermos nos falado voltarei aqui pra te confessar essas saudades... 
(e terá que ser apenas um segredo nosso)
Por Camila Blopes

24 de abril de 2013

Tempo tempo...

"No nosso livro a nossa história é faz de conta
ou é faz acontecer?"


Tínhamos uns treze anos de idade.
Já somos adultos, temos quase trinta anos.
Nos beijamos escondido, entre os pés de café.
Nos achamos nessa imensa rede de computadores.
Somos primos, primos distantes.
Somos primos, estamos distantes.
Fiquei anos lembrando daquele momento.
Ele me perguntou se lembrava daquele momento.
Sim, ainda lembramos daquele momento.
Nos víamos sempre.
Nunca mais nos vimos.
A vida mudou.
A vida seguiu.
Nos perdemos.
Nos achamos.
Erámos felizes.
Somos felizes.
Nos queríamos bem.
Nos queremos bem.
Estamos bem.
Mas sentimos saudades.
Por Camila Blopes

20 de fevereiro de 2013

2013 ²


Lembrei de você, faz tempo que a gente não se vê. Senti sua falta, sem razão. Mas não somente falta do teu beijo e do teu abraço, senti falta da tua barba me arranhando, da tua mão segurando a minha, do teu sotaque bonito e dos teus olhos grandes me encarando.

Não tenho falado com ninguém sobre essas faltas, eu vou enrolando, me enrolando. Vou enrolando como se ela não existisse. Eu tenho inventado histórias e enredos. Eu meio que morri, eu meio que nasci.

Eu sei que não estamos fazendo certo, mas também sei que eu não sei o que é o certo a fazer. E meu medo é descobrir e não ter coragem ou disposição para isso. Há um massacre em mim, sinto o gosto de sangue mas gosto de ficar inerte.

19 de novembro de 2012

fantasmagólico


preciso de um café, doce. urgente! respiro e transpiro. que merda! você ainda está aqui. leio, penso, faço alguns cálculos estruturais, telefono, delego. olho sutilmente para o lado e você ainda está por perto. pego o carro, coloco AC/DC para tocar, aumento o volume, percebo que a música diz algo sobre o inferno, piso forte no acelerador, acompanho o velocímetro, tudo passa veloz, me sinto meio livre mas quando olho no retrovisor encontro com teu olhar. irritada e cansada volto para casa, desta vez não acelero tanto e escolho como companhia Adam Levine, que me sorri cúmplice desejando boa noite. boa noite! em casa, exausta, me jogo na cama e te vejo no sofá. sigo para o banho, parece que não me molho. é surreal. ligo o fogo, ligo a tv. desligo a tv. sento sozinha. levanto. termino de preparar o jantar. desisto! coloco o teu lugar na mesa e te sirvo. te devoro. enfim: sorrio.
por camila blopes

9 de novembro de 2012

'vou pedir aos céus você aqui comigo...'


Ele chegou e ocupou rapidamente tudo aqui dentro, cresceu tanto que arranquei o teto para que ele crescesse livremente. Não me preocupei com estragos. Mas tudo terminou tão meteórico quanto começou. Ainda me perguntou o que aconteceu que o fez retroceder, murchar, minguar, morrer.

Ele tem cara de 'me pegue no colo e me cuide', e quando olho para ele sinto vontade de abraçá-lo e protegê-lo de todo mal que há nesse mundo! Ele merece ser feliz, o sinto tão sozinho, ele tem medo... Eu sei! Esse moço já não faz mais parte dos meus dias, porém ainda penso se ele às vezes me lê e se sabe que grande parte desses escritos é para ele, é dele... O tempo passa e nem por isso me esqueço daquele sorriso, o mais lindo que conheço.

O quero sempre bem. Mas não consigo imaginar ele fazendo parte da minha vida apenas com um coadjuvante qualquer, como um colega ou algo assim. Ele é especial demais, importante demais, para eu desejá-lo assim, apenas. Se não é amor, é da mesma família, eu sinto.

Lembro-me dele dizer que eu só poderia me livrar dele se eu o pedisse para me deixar, caso contrário ele nunca iria se afastar, que eu havia perdido o sossego para sempre... Ele se foi, mas eu nunca pedi que fosse... Ei moço, volta e leva meu sossego novamente?
Por Camila Blopes

2 de outubro de 2012

Medo do amanhã


Eu sou destemida, acredite. Eu vou! Pouco sei sobre o amanhã, nunca soube, mas a certeza que continuaria neste lugar conhecido me trazia paz. Acabou! Girou a roda do destino, não sei por onde estarei. A saudade me acometerá, eis minha única certeza. Continuarei a ir. Seguirei...
Não pedirei socorro, mas precisarei de um abrigo. Me acolha, me segure, não desista. Não me deixe desistir, por favor. Você tem me trazido sentimentos bons, preciso de ti. Preciso de paz... Dias bonitos. Quero estar contigo, pouco me importa onde. O que me importa é que sejamos: nós.
Por Camila Blopes

16 de maio de 2012

Lacunas e escombros


Ultimamente você tem aparecido com frequência em meus sonhos e também em meus pensamentos. Confesso que senti saudade... No último sonho, você me beijava, mas me beijava intensamente. E eu te mordia, você me lambia. Eu te amava, você me amava. Estávamos tão felizes que eu sorria mostrando os dentes e eu via meu reflexo em teus olhos iluminados. Você me abraçava forte, como alguém que segura algo que não quer perder. Eu acordei esquisita, era como se faltasse um pedaço de mim. Faltava uma realidade bonita, eu queria viver de sonho. Faltava você e todas as emoções e sensações que você me provocava. E sabe, dói saber que essas faltas não podem ser preenchidas com sapatos novos, whisky importado, caras simpáticos ou noite em baladas. Tua lacuna não pode ser preenchida nem mesmo com concreto e tijolos. E isso me irrita muito. Me irrita saber e não fazer! Sei que preciso deixar você pelo caminho e seguir, mas não consigo. Me irrita planejar e não executar. Tenho saudade dos nossos planos. Me irrita saber que você levou meu coração e eu não fiquei com o teu... ei moço, devolve?
Por Camila Blopes

10 de fevereiro de 2012

I want to remember you




É um pouco constrangedor assumir que tento não me esquecer de você. Eu quero lembrar de você até quando eu puder e os filtros de minha memória permitirem. Talvez o certo seria abandonar essas lembranças e fugir dos pensamentos que me levam até você, mas não quero isso! Eu quero me permitir lembrar! Eu quero lembrar de você. Eu preciso. O motivo? Bem o motivo eu não sei ao certo, mas credito que seja por amor. É, amor. Pois em minha memória você ainda é aquele cara incrível que me emocionou de maneira intensa, que me fez sonhar, que me fez acreditar e principalmente, que me fez feliz. Para quem está de fora pode parecer patético, mas aqui dentro, tudo fica em ordem quando reencontro você naqueles dias que passaram, quando me consolo naqueles abraços, e principalmente quando me aqueço na felicidade que senti. É, eu tenho que concordar: é patético quando não se sente.


Ps. Eu ainda sinto.

Por Camila Blopes

17 de dezembro de 2011

‘tempo, tempo mano velho’

Quanto tempo faz? Eis uma pergunta que não sei responder de maneira convincente. Eu não consigo acreditar em mim e no tempo. Algumas recordações sobreviventes querem marcar presença. Insistência, durabilidade, falta de juízo. Foi uma época diferente, eu era outra pessoa. Quilômetros e quilômetros me separam de mim. Lembranças divertidas eu selecionei. Gosto delas. Por pouco quase sorrio quando elas surgem e tomam conta de mim... Falta de coragem, medo, por quê? A vida é feita de fases, e sabe, uma parte das pessoas evolui. O tempo passa e precisamos aprender coisas novas. Monólogo nada poético, nada convicto. Conversa vã comigo mesma. Coisas do ócio, talvez você consiga entender. Entende? Sinceridade não faz tatuagem, creio que é a falta dela é que traz marcas. Talvez irreversíveis, como maquiagem borrada em uma foto especial.


Por Camila Blopes

19 de novembro de 2011

Sobre saudade




Engraçado como parece que foi ontem que parti, como parece que sequer fui embora. Outras vezes, parece que faz anos, como quando nos deparamos com pessoas pelas quais um dia nos apaixonamos. Estranhos conhecidos. Tão perto, tão longe.
Nossas escolhas nos distanciam daquilo que era nosso, do que nos representava. Como se a tradução de nós mesmos exigissem novos códigos. Mas ali estava eu, sendo traduzido tão plenamente, com tantos cenários e personagens que me transmitiam o sentimento de pertença.
Foi então que percebi que poucas coisas nessa vida são definitivas. Estejamos em movimento e as mudanças virão. A verdade é que ali sempre será minha segunda casa e, quem sabe um dia, a verdadeira. Mas também existem amores perfeitos que nos aparecem em momentos errados. Se um dia acontecerá de novo? Não se sabe, apenas se vive.
A pressa de antes deu lugar à contemplação. Desisti de minha caminhada, é verdade – sem culpa, só com a tranqüilidade que me tem embalado essa fase sem maiores pretensões além de mim mesmo. Mas nunca pisei tão firme e conscientemente como naquele momento.
(Sexta-feira, 25 de Agosto)
café, cansaço e saudade


Por Willian Lins

2 de novembro de 2011

Saudade Eterna


Saudade que não passa
Que nunca terá fim
A morte veio
E o carregou no colo
Te levou para outro lugar
Para o colo do Pai
Longe de mim
Creio que esteja bem
Espero que se lembre de mim
Pois penso em ti e sinto sua falta
Muito amor! Amor
Aprendi muito contigo
Obrigada!
Um dia nos reencontramos
E lhe darei meu melhor abraço
Amo você
Eternamente



Por Camila Blopes
Dia dos Finados

5 de setembro de 2011

Ômega 3

“Que nada nos limite, que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja nossa própria substância, já que viver é ser livre. Porque alguém disse e eu concordo que o tempo cura, que a mágoa passa, que decepção não mata, e que a vida sempre, sempre continua."

- Amém


Bem que o moço do sorriso mais iluminado que já vi podia voltar e me emprestar um pouco de luz, estou meio apagadinha, Agosto me sugou. Tenho sentido muita falta dele, tanta tanta tanta que às vezes quase choro. Estou conseguindo me conter, até quando eu não sei. Acredito em dias melhores, mas sei que o moço bonito não estará neles, já me conformei. Entretanto eu me permito sentir saudade e falta. Pode ser apenas mania de pensar nele, ou pura saudade. Só sinto... prefiro não procurar entender. Há muito mais coisas além do que se vê, há muito mais histórias além do que escrevo, algumas vezes são apenas estórias. Talvez estórias reais e por vezes histórias inventadas, não consigo distinguí-las, todas são eu e quase todos são apenas um: ele. Contraditoriedade ao alcance das mãos, minhas, apenas. Sigo cantando: 'as flores estão no caminho'.


Por Camila Blopes