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8 de agosto de 2010

Meus pais...


... Que queres que eu te diga, além de que te amo,
se o que quero dizer-te é que te amo?!
Papi...

Eu estou bem, acredite.
Eu sei que as vezes te ligo
Chorando
É culpa da saudade! Já te falei...
Mas também te ligo sorrindo
Gargalhando!
Quero lhe agradecer por todas as broncas
Castigos, pegação no pé
Eu odiava tudo isso, mas hoje sei que era
Para meu bem.
Obrigada por ter me ajudado a ser quem sou
Obrigada por eu ter carater e boa indóle.
Você é meu papaizinho
E sempre serei sua menininha
Prometo!
Ah pai, só promete pegar leve com meu namorado, agora não precisa mais ameaçar... Já sou grandinha e posso eu mesma quebrar a cara dele caso faça algo errado.
Eu te amo Sr. Silas!
Por Camila Blopes
.
Ps¹. Vovô mesmo que não esteja aqui, o senhor é sempre lembrado por mim. Pai duas vezes! O senhor será eternamente amado...
Ps². Zezinho, mesmo que não esteja aqui quero agradecer por ter sido meu pai quando eu precisei e o meu biológico estava longe. Você será meu amigo para sempre, você é eterno para mim.

9 de maio de 2010

Mamis...


"Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vim
Dentro do meu coração"


Não irei conseguir dizer muita coisa pois já estou com os olhos cheios de lágrimas, estou com muita saudade e hoje mais do que nos outros dias queria almoçar com a senhora e lhe presentear e abraçar e beijar.

Sabe mãe, estou muito feliz aqui. Meu trabalho é maravilhoso, já fiz alguns amigos, meu apartamento é lindo, minha vida está abençoada, mas a saudade que sinto me dói muito. Eu sei que é para meu bem e que todo mês estaremos juntas, mas sinto muita saudade. É muito amor.

Quero lhe agradecer por tudo que fez por mim, pela paciência, pelo amor, pela amizade... enfim, por ser a melhor mãe do mundo.

Eu te amo, cada dia mais e até para sempre. A senhora é a mulher que quero ser amanhã, tenho muito orgulho de ser sua filha.
Por Camila Blopes

3 de janeiro de 2010

"É difícil aprisionar os que tem asas"

Oi Vovô!
Espero que o senhor esteja bem onde quer que o senhor esteja.
Sinto muita saudade, mas muita, muita mesmo, saudade daquele tipo incomensurável.
Alias, nem sei se a palavra saudade é o que sinto, acho que é mais que isso.
Hoje faz 4 anos que o vi pela última vez. Lembro de tudo. As imagens e sons estão com perfeição em minha memória.
Foi tão difícil me despedir do senhor...
Durante esse tempo muita coisa mudou (meus irmãos se casaram, o tio Júnior vai ser papai, não namoro mais com o Paulinho e o prefeito da oposição renunciou), mas a falta que o senhor faz não diminui.
Felixlândia sem o senhor não tem a mesma graça.
Coloquei uma foto do senhor com a vovó em um porta-retrato lindo, todos os dias fico olhando e relembrando nossos lindos momentos.
Como era gostoso ouvi-lo tocar bandolim, viola, trompete e qualquer outro instrumento musical.
Como era divertido planejar surpresas para meus irmãos se assustarem. Sinto falta dos seus abraços, das cócegas em meus pés, do seu apoio, das nossas gargalhadas misturadas.
Quando estavamos perto era como se eu pudesse tudo! O senhor era minhas asas, me levava aos meus sonhos...
Eu sempre fui sua fã, admiradora e puxa-saco!
Se eu fechar os olhos ainda posso vê-lo regendo a banda, tão elegante quanto só um maestro consegue ser.
Vô, eu tenho muito orgulho em ser sua neta.
Rezo sempre para que esteja bem.
Obrigada por tudo.
(Ainda bem que o senhor sempre soube disso! Nunca poupei palavras, gestos carinhosos e amor com o senhor.)
Amo você e sempre vou te amar.
Um beijo com muito carinho
Camila Blopes

18 de fevereiro de 2009

Para aquele que sempre viverá em mim
Quando ele morreu, eu chorei tanto que pensei que morreria também. Não podia imaginar minha vida sem aquele olhar terno que me acompanhava desde o dia em que nasci. É verdade, ele morava distante de minha casa, porém ele se fazia tão presente e em todos os momentos importantes lembro-me dele a sorrir, mesmo sem mostrar os dentes, às vezes.
Com o passar do tempo ele parou de cantar e tocar seus instrumentos de corda para mim, sua mão ficou muito trêmula e não conseguia os acordes exatos, ele fica frustrado. Ele também começou a ter dificuldade em me ouvir e sentia que ele tinha vergonha em me pedir para repetir a fala ou aumentar o volume do telejornal, por isso eu falava um tanto quanto alto e deixava o volume elevado para ele.
Para celebrar mais um ano de vida, sempre fazíamos bolo e convidávamos a Banda de música que ele regeu anos afinco. Eu amava ver o rosto dele transbordante de alegria e satisfação.
Eu percebia que a cada aniversário ele parecia mais cansado, mas procurava lembrar apenas dos olhos risonhos dele. Tentava me enganar.
Até que um dia ele adoeceu e foi levado ao hospital, onde exames identificaram problemas sérios. Eu chorei preocupada, mas não deixava ele me ver assim.
Ele ficou internado. Vários dias. Muitas semanas. Alguns meses.
Não pude passar o reveillon com ele. Mas no primeiro dia do ano eu fui visitá-lo.
Sabe, ele estava tão debilitado, não só os belos cabelos estavam brancos, sua pele e seus lábios faltavam cor.
Me aproximei, o beijei, o olhei com carinho, mas não consegui ficar muito tempo, meus olhos estava marejados, minha voz embargada, mas consegui dizer antes que eu chorasse:
Vô eu te amo muito!
Desci e procurei alento nos braços de meu pai. Não queria que ele me visse triste.
Fomos embora, eu fui calada. Pressentia que iria perdê-lo em breve.
Naquele dia à tarde voltei para a cidade em que estava morando.
No segundo dia do ano recebi a pior notícia de minha vida, sim... Meu amado avô havia falecido. Chorei. Gritei. Não me conformei. Desacreditei. Me perdi.
Meu irmão mais velho quem providenciou nossa ida até a casa de minha vó. Eu não pensava, não acreditava, não respirava... apenas chorava.
Chorei no caminho até a cidade dele. Chorei quando abracei minha avó. Quando vi minha família inteira chorando. E chorei, desesperadamente, quando o vi dentro daquele escuro e frio caixão.
Madrugada adentro choramos. Pela manhã não conseguia mais chorar, pensar, ver, ouvir ou falar. Não conseguia ficar perto de minha mãe que continuava a chorar. Minha vó não saiu um segundo do lado dele. Algumas pessoas rezavam.
Um amigo meu, chegou e me deu a mão. A mão e um abraço. Acompanhou-me durante o trajeto até o cemitério. Ambos em silêncio, apenas de mãos dadas e olhar cúmplice.
Chorei ao ver a terra encobrindo-o.
Chorei quando todos estavam dando as costas para ele.
Minha vó sem forças foi carregada. Meu pai consolava minha mãe. Meus irmãos olhavam de longe, se lastimavam e escondiam as lágrimas. Eu? Eu morri um pouco, naquele dia.
Por Camila Blopes
Aquela que amará eternamente seu avô Belo

31 de dezembro de 2008

Sobre 2008, 2009 e o casamento de minha prima

É... eu pensei que meu início de ano seria simplesmente fantástico! Mas acabei de saber que não será! Não sei expor o que sinto agora e nem o que estou pensando.
O post de hoje não seria este... entretanto quis vir falar com todos meus amigos que conheci nestes CAMINHOS em 2008.
Nunca fui chegada em blog até ganhar este! Desde o mês de Abril compartilho minha vida aqui, dia a dia. Há post triste, post feliz, post bravo, post sedutor, post de outra pessoa e post para outra pessoa...
Um bom pedaço do meu 2008 está gravado aqui.
Quero agradecer a todos por terem caminhado comigo! Saibam que é muito bom tê-los por aqui.
Sou péssima em lidar com situações que não saem como eu quero... tenho dificuldade em ser contrariada, em ouvir 'NÃO'... Preciso de um tempo para me conformar. Sou estranha mesmo!
Eu sei que acontece coisas idependente da nossa vontade. Sei que as vezes a responsabilidade é maior que nossa vontade... mas então... por que dói tanto? Ah melhor esquecer...
Bem este é o último post do ano e aviso que o primeiro post de Janeiro de 2009 demorará um pouco para sair... decidi ficar um tempo na fazenda, na roça mesmo, preciso espairecer! Não é que estou triste (estou, mas é uma tristeza diferente... não tristeza literalmente) estou decepcionada por não poder realizar alguns planos de imediato, sei que acontecerá... mas vai demorar mais... pela segunda vez foi adiado! E isso está me chateando.
Mas deixa isso... hoje é dia de celebrar!
Desejo a todos um ótimo reveillon e que o ano de 2009 seja simplesmente fantástico para todos vocês! Obrigada, de coração, por todo carinho que me deram ao longo deste ano.
Tudo de melhor. Um grande beijo da Camila... a moça dos Caminhos.

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Quando eu era mais nova, não gostava de minha. Eu morria de ciúmes dela, pois minha mãe é sua madrinha.
Coitada! Eu fazia tanta maldade com ela... não nos dávamos bem de jeito nenhum.
Porém, eu fui amadurecendo. E com o tempo, fui descobrindo o quão bacana minha prima é.
Hoje, relembramos nossa infância e rimos até. Ela já me perdoou por todas minhas maluquices e eu a perdoei pelos castigos que eu levava.
Nos amamos. Mesmo morando longe, nos mantemos bem próximas. Tanto que tive a honra de ser convidada para ser madrinha de seu casamento.
Sim, minha priminha vai se casar. No início achei loucura, afinal é seu primeiro namoro e ela completou 19 anos há pouco tempo.
Ela me disse que tem certeza e o ama. Então, a compreendi.
Ela queria que eu fosse acompanhada com meu namorado, como não o tenho, iria com meu primo, entretanto, agora, em cima da hora, ele me avisou que não irá mais.Então iria com meu Príncipe... mas ele não virá!

Resultado: minha família amada não pára de me encher o saco, que vou entrar na igreja sozinha, que sou encalhada, esse tipo de comentário impertinente. (Ainda mais quando se está realmente solteira. *risos*)
Minha mãe tentando me ajudar (ou para me desmoralizar ainda mais) disse que se meu pai não for ela entra comigo.
JAMAIS!
Prefiro não ser madrinha a passar pelo ridículo!
Estou estressada e ansiosa para ver o que vai dar! O casório será dia 03/01/09, depois conto o que aconteceu! Se eu não ficar traumatizada...

Por Camila Blopes

24 de dezembro de 2008

Então é Natal...

Amanhã é Natal!
Queria estar animada, feliz e empolgada... mas não estou!
Ainda não sei para onde irei e muito menos o que irei fazer, estou achando que verei televisão (Especial da Xuxa? Ninguém merece, heim?!).
Meu dia de trabalho será normal, alias penso que tanto hoje como amanhã serão vividos como dias normais, sem esquecer é claro de rezar muito e agrader a Deus! Natal é celebração da vida de Jesus, para mim. Por isso gosto de comemorar em família... Tudo bem se este ano não será assim! Mesmo longe lembraremos uns dos outros... nos amamos!
Quero aproveitar e desejar a vocês, meus queridos amigos dos Caminhos, um ótimo Natal... que sejam muito mas muito felizes e que Deus os abençõe.
Obrigada pelo carinho de sempre! Um grande beijooooooOOOo a todos! Feliz Natal!!!
.
Chove. É dia de Natal.
Lá para o Norte é melhor:
Há a neve que faz mal,
E o frio que ainda é pior.
E toda a gente é contente
Porque é dia de o ficar.
Chove no Natal presente.
Antes isso que nevar.
POis apesar de ser esse
O Natal da convenção,
Quando o corpo me arrefece
Tenho o frio e Natal não.
Deixo sentir a quem a quadra
E o Natal a quem o fez,
Pois escrevo ainda outra quadra
Fico gelado dos pés.
Por Fernando Pessoa
Ps¹. Não levem tão ao pé da letra o poema postado.
Ps². Príncipe, um Feliz Natal pra ti e pra toda sua família. BeijoooooOO
Houhouhouhouhou
Ps³. Amigos devo ficar um tempo off, provavelmente devo voltar a postar somente segunda-feira! Não quero lamúrias aqui! *risos*
Ps4. Tenho que diminuir/parar com esse ps's. =p

19 de dezembro de 2008

Ascendência, linhagem, estirpe

Sempre fui romântica, daquela que acredita piamente que as pessoas que se amam devem ficar juntas para sempre.
Minha família, apesar de meio doida, é bastante unida.
(Quer dizer, quase sempre é unida, brigamos feio, mas nos amamos)
Mas de uns anos para cá, tenho notado que estamos nos afastando cada vez mais. E isso me apavora.
Desde que meu amado avô faleceu, minha família nunca mais foi a mesma. É como se o alicerce que nos mantinha erguido desmoronasse. Sinto tanta falta dele... as vezes quando fecho bem os olhos posso ouvir as piadas e histórias que meu vô me contava. Até música ele já fez para mim (ele era maestro).
Há algumas semanas fui visitar minha vó e ela está doentinha, estou atordoada com a idéia de poder perde-la também. Tenho receio de nossa família desmoronar de vez!
Sem falar que meus pais também andam bastante estressados. E meus dois irmãos se casaram. Ando pensando bastante em família, família, família...
E estou com medo de acabar sozinha. Já que sou a mais “desgarrada” da minha casa. Já nem sei mais o que vai acontecer...

Meu Natal não promete. E o Revellion ainda há esperança.
Ando pensando também [bastante] em mudanças, Caminhos e Camila.
Ainda não sei se 2009 começará bem, mas tenho certeza de que se não for da maneira que desejo, eu mudarei. Creio que quando as coisas não vão bem é porque é hora de mudar e melhorar. Espero muito que não seja o fim do caminho... ou Caminhos!
Por Camila Blopes
Ps¹. Jorge (do Salve Jorge!) desculpe-me por ainda não postar teu texto. Sem falta, será postado semana que vem! E aviso aos meus amigos-andarilhos que ele, o Jorge, será o andarilho convidado da semana.
Ps². Amigos, ando estressada com meu trabalho... essa chuva está trazendo vários transtornos a todos e o povo não entende que eu não sou o São Pedro!
Ps³. O Natal está chegando e com isso ando nostalgica, passar o Natal só é muitoooooo ruim! Ainda estou analisando o que pode ser feito para que isso não aconteça comigo. =/
Ps4. Meu horóscopo disse que tenho que ver o que não quero enxergar... tô num medo de acabar vendo isso e sofrer. Confesso que apesar de turvo... já começo a enxergar
Ps5. Tô morrendo de sono! Cansada! Com olheiras e começando a gripar... ou seja meu final de semana promete! Por que? POrque irei trabalhar assim! Oh maravilha! =D
Ps6. Um ótimo final de semana a todos! Beijo e até...
Ps7. Príncipe... @.@

9 de dezembro de 2008

Outra geração... outros caminhos

_ Camila, você tem que se casar na igreja!
_ Nada vó! Hoje em dia tem disso mais não.
_ Mas moça de família casa na igreja, tem que ter a benção do padre.
_ Voinha... e se não der certo, não poderei casar de novo. Então é melhor eu casar apenas no civil e depois de algum tempo se vermos que dará certo casamos na igreja.
_ Que geração é essa? Perdida! No meu tempo não era assim. Fui beijar seu avô no dia do meu noivado.
_ Mas fala sério, o vô era bonitão, de boa família, trabalhador e inteligente! Não tinha como não dar certo.
_ E seu noivo como é?
_ Que noivo vovó?
_ Hora o seu!
_ Isha vó... nem sei! Nem namorado eu tenho ainda!
_ Meu Deus... Camila você já está com quase vinte e cinco anos, está na hora de casar!
_ Vinte e três, vó! TRÊS! E... Casar? Só depois de estar realizada profissionalmente.
_ E eu que ficava feliz em lavar, passar e cozinhar para seu avô! O mundo mudou tanto...
_ Pois é voinha, quero trabalhar bastante para não ter que lavar, passar, limpar e cozinhar...
_ É mas antes você tem que arrumar um namorado!
_ Isso lá é verdade, viu!
_ Então... vem que vou apresentar o Chiquinho filho do Seu Raimundo da farmácia e o Clodoaldo neto da Dona Santinha da venda... Ah! Também tem o Inácio e o Israel sobrinhos do Seu Ermes do sacolão...
_ Eita vontade de desencalhar sua neta, heim vovó!

[Deixe-me levar pela mão, afinal iria ficar naquela cidade poucos dias, e não custava nada agradar minha amada vovó! Não... não deu nada em relação aos meus pretendentes escolhidos por ela! Eu já gosto de meu príncipe e eles também não gostaram de mim... me acharam moderna demais por ter saído de casa antes de me casar... vai entender esse povo! =p]


Por Camila Blopes

4 de dezembro de 2008

Já não sei o que sentir

Minha semana não está sendo muito fácil. Acontecimentos que me deixam triste e o pior é que não há nada que eu possa fazer! Não depende de mim! E ainda estou longe. Longe de casa! Longe de minha família! Longe de todos que eu amo!
Tentei disfarçar, empurrar, fingir que estou bem... mas hoje ao acordar me senti tão triste mas tão triste... e inútil... e impotente... e sozinha.
As vezes queria ser louca o suficiente a ponto de jogar tudo pro alto e sair correndo de volta para minha casa! Ao meu lar. Mas sou responsável... não posso! Tenho contas a pagar, um nome a zelar, trabalhos a fazer...
Hoje sinceramente eu queria não existir.
Sumir! Desaparecer! Escafeder!
Por Camila Blopes

20 de outubro de 2008

Sorte demais

O mais incrível da vida é que se pode ter um dia extramente agradável sendo o mais simples possível.

Brincando com minha cadela:
“Rebecaaaaaaaaa, sai de dentro da minha mala!” _ Ela adora se esconder dentro de minha mala vermelha e eu amo ver aqueles olhinhos me pedindo atenção e carinho.

Deixando ser maquiada pela sobrinha de cinco anos:
“Tia Camila... você trouxe a ‘maquiagi’? Posso passar brilhinhos? E batom rosa?” _ A Ester ama maquiagem e adora brincar de maquiadora, eu fico toda borrrada, mas vale a pena... só pra ver aquele sorriso mais lindo!

Tentando descobrir como fazer um computador (com mais de dez anos) funcionar direito:
“Mamis, já te disse! Tem que comprar outro. Este daqui não tem mais jeito! [Barulho estranho] Mãe... desliga! Desliga! Vai explodir!” _ Minha mãe não quer outro pc e quer que eu faça mágica e bote aquele troço funcionando, mesmo ela sabendo que não entendo bulhufas de informática!

Deixando despentear-se pelos sobrinhos que adoram fazer ataque ninja em mim:
“Vai gente... pula nela! Haaaaaaaaaa!” _ Meus três sobrinhos de uma vez tentando me fazer cócegas! Isso é idéia do meu irmão mais velho apesar dele jurar de pé junto que não sabe de nada.

Comer bolo de... de qualquer coisa que meu pai acha na reta e faz para mim:
“Oh que o pai fez pra filha querida dele... é de... de que mesmo benhê? (Sempre pergunta pra minha mãe) Come que está quase na hora de você ir. Coloquei alguns pedaços nesta vasilha pra você levar e se lembrar da gente.” _ Eu como e nunca consigo identificar o sabor... mas adoro!


A noitinha arrumo minhas coisas e ele me leva à rodoviária... me despeço... já repleta de saudades de todos e de tudo!

Sorrio ao chegar a minha outra casa e ver a vasilha repleta de bolo:
“Até parece que preciso de bolo para me lembrar de vocês... não me lembro porque jamais os esqueço... bobos! Amo demais cada um de vocês!” _ Tomo banho e durmo, preciso descansar para encarar mais uma semana (ou mês) longe de casa.

Por Camila Blopes
s2
Ps. ¹ - Voltei com energia renovada de verdade... colo de mãe faz milagres.
Ps. ² - Irei entrar de férias mês que vêm e estou adiantando meu trabalho, por isso a falta de tempo. Assim que eu puder irei retribuir as visitas. Peço desculpa pela ausência e também paciência comigo, por favor. =D
Ps. ³ - Agradeço todos os conselhos e mensagens sobre o post anterior! Obrigada mesmo...
Ps. 4 - desejo uma semana incrível a todos meus queridos andarilhos amigos!

24 de julho de 2008

Selma

Marcas que nada irá apagar
Amor incondicional e total
Alegrias sublimes e inúmeras lições
Adversidades contornadas e também superadas
Selma eterna
Única
Incomensuravelmente
AMADA
Minha mãe
Selma
Por Camila Fernanda

15 de maio de 2008

Vovô Belo

Avô mais amado do Mundo inteiro
Abel Alberto Borges - Vulgo Belo


"Coração que ama dois
Que firmeza pode ter?
Amar com facilidade
Que felicidade pode ter?"
Abel Borges


Em 2 de Janeiro de 2006 meus dias ficaram menos iluminados e alegres... neste triste dia, faleceu meu amado e inesquecivel avô Abel Aberto, carinhosamente chamado de Belo.
De família Portuguesa, casou-se ainda novo com minha querida vó Ambrosina, morava em Felixlândia desde então... cidade pacata do interior de Minas Gerais.
Era Maestro, Professor de Música, Juiz de Paz, Poeta... e meu avô!
Não há como expressar a falta que ele faz... com suas charadas, piadas e cartões de Natal.
O lembrarei e amarei sempre e para sempre!
Te amo e sempre lhe disse, né vô?! O senhor faz muita falta...
Sou Camila, neta do Belo.