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26 de março de 2022

Para Alexandre


 Olá...

Disse não querer mais falar contigo e isso é uma necessidade (verdade)... Nem sei o que quero lhe dizer de fato... Estou reticente... Entende?!...

Não lhe devo desculpa nem quero isso de você... Você não precisa de mim. Você não precisa de ninguém... Tem(temos) uma vida, independente de nós...

Ainda tô sem precisão, poderia me confirmar? Poderia me confiar?

Você pode ter experiência em abrir mão de pessoas, eu ainda não aprendi...

Você não pode me calcular. Você não pode me abraçar!

Seguimos. Separados. Sem ninguém assim como somos um para o outro...

(mas como você eu nunca tive ninguém...) 

Com pesar,

Cami

20 de maio de 2021

Para Leonardo...

Nossa última conversa foi na verdade uma discussão. Você queria ser ouvido e eu não soube ouvir. Eu queria te escutar, mas te silenciei. Depois desse dia, nada mais foi como era. Nossa amizade superou distância, namoros, tempo, beijos e pausas. Sempre dávamos um jeito de ficarmos bem, de nos querermos bem.

Fui em sua despedida no quartel, você foi me visitar em outra cidade distante, depois o destino quis que você fosse morar em BH - aproveitamos muito para sair! Era divertido, com ou sem álcool. Mas aquele dia...

Quero te pedir desculpas por não ter sido a amiga que você precisava, quero te pedir desculpas por não ter sido paciente. Simplesmente quis ir embora da sua casa e fui... Não me importei com mais nada que não fosse a minha dor. 

Hoje, sabendo que está bem, não me julgo tanto. Te escrevo para reafirmar que continuo te querendo bem, te desejando o melhor dessa vida e sendo sua amiga, mesmo sem silêncio. Você conhece meu jeito, você me conhece de verdade.

Com carinho,

Camila

19 de maio de 2021

Para Izaura...

 

Você é minha amiga, minha irmã, minha parceira e, agora, minha saudade. Você ocupa vários papéis na minha vida e sou muito grata por isso.

Foi com você que conversei sobre abandonar meu emprego público, foi com você que dividi as histórias românticas(ou não rs) mais inusitadas, em inúmeras cirurgias que precisei realizar VOCÊ esteve presente e me cuidou, me amparou. Foi com você que vivi meu maior sonho: PARIS. A melhor viagem com a melhor companhia!

Agora não moramos tão perto e com essa pandemia, tudo parece ser ainda mais distante. O que posso afirmar, minha migs do coração, é que te amo sempre e para sempre. Continue a não desistir de mim, tá?!

Com todo meu amor,

Camila

18 de maio de 2021

Para Ederson...


“_ E o que a gente vira quando vai embora de alguém?
E o Senhô respondeu:
_ Uns viram pó. Outros caem igual estrela do céu. 
Outros só viram a esquina... E tem aqueles que nunca vão embora.
_ Não? E eles ficam onde, Senhô?
_ Na lembrança.”
Querido Ederson,

Fazem quase três anos que não nos falamos e não sei bem o motivo. A vida vai seguindo, já tivemos outros hiatos, mas de alguma forma, sinto que esse é diferente. 
Aconteceu tanta coisa comigo que teria lhe contato, como da vez que bati o carro, que me mudei da cidade e meu ex terminou comigo por mensagem de Whatsapp. E iria querer ouvir sobre seus dias, que quase sempre são repletos de emoção e perigo. Talvez nos encontraríamos no aeroporto para comer um bolo de cenoura e tomar um café expresso.
Talvez você não volte a fazer parte dos meus dias, talvez a gente nunca mais se fale, mas quero que saiba que você sempre ficará comigo, você sempre será lembrado com carinho.
Lembrarei das cartas que lhe enviei, do passeio na serra, dos presentes, das brigas (risos) e de todos os abraços. Volte quando quiser...
Com saudade,

Camila 


17 de maio de 2021

Para José...

 

Não sei bem por onde começar, como também não sei o porquê comecei por você. 

Clichê dizer que tudo mudou. E tudo mudou apesar de continuarmos sendo Camila e José. Você nunca gostou que te chamasse assim e sempre achei fofo te chamar assim.

Outro dia te vi no Tinder aqui na cidade em que estou morando, achei tão inusitado que precisei contar para alguém, afinal qual a chance disso acontecer na vida real? Um encontro entre pessoas que se conheceram no MS e SC, em uma praia em SP?

Aconteceu, ou melhor, não aconteceu. Não nos (re)encontramos. Mas queria te dizer que você foi muito importante para mim, me ajudou amadurecer e crescer. Você foi a primeira pessoa que me deu a mão ao fazer compras no supermercado, a ir a um show romântico e a me fazer querer dormir pertinho.

É José, você e todas suas tatuagens, você e sua barba, você e esse sentimento que despertou em mim... Sempre serão lembrados com carinho e gratidão. Se cuida heim?! 

Com amor,

Camila


6 de fevereiro de 2017

Tão singular que desejei plural


Quando o assunto é você, eu não sei me expressar. Fico perturbada e sem nexo. Você veio, derrubou meus muros e fez morada. Eu me assustei, na verdade, ainda estou assustada com tudo que aconteceu em tão pouco tempo. Mas me sinto feliz desde que você chegou. Esse seu sorriso aí, além de me desmontar, me ilumina.

24 de janeiro de 2017

Me, Myself and I


Não é questão de egoísmo ou autossuficiência, está mais para autopreservação. Tenho procurado evitar transtornos e dores futuras.


Sabe, deixei de procurar romances e de acreditar em qualquer pessoa. Eu não quero beijos meia boca! Não mesmo! Pra que?!


A verdade do momento pode ser diferente da verdade do contexto. Nem todos mentem de propósito, mas isso não torna a mentira menos dolorosa.


Eu estou me descobrindo a cada dia, encontrei mentiras e omissões. Me aceitei como sou e luto para cada dia me tornar uma pessoa melhor. E olha... não é fácil mas é recompensador.

6 de dezembro de 2016

Pequenos sopros




"Acreditamos ser velas acessas, que só serão apagadas quando toda cera se derreter. Que tolos somos nós, afinal, a morte é um simples sopro"


Tenho morrido todos os dias desde 5 de Dezembro de 2014. Uns dias mais que outros... Não é sempre pelo mesmo motivo, às vezes é por raiva, outras por decepção e até por hemorragia. Talvez você não entenda, pois você não sente. O que torna tudo mais difícil e complicado de explicar.

Queria não sentir, não importar, não me doar, não me doer. Sempre ouço que sou forte, e sou mesmo. Mas sou frágil também. Não quero carregar todos esses sentimentos comigo, mas também não consigo deixá-los, sinto-me ligada demais a eles. Ponto final é sofrido. 

Não culpo nada, nem ninguém por isso ou por tudo que vivi. Aconteceu. Infelizmente, aconteceu. E desde então tenho sobrevivido e vivido. Não da melhor maneira, mas da maneira que me convém. Insana, empenhada, burra, animada, aventureira, preguiçosa, decidida, bêbada e sei lá mais o que.  Todo dia eu morro. Todo dia eu vivo.  

10 de novembro de 2016

Livremente sozinha


Ser mulher e estar solteira, incomoda muita gente. Se tiver tatuagem, falar palavrão e beber whisky, incomoda muito mais. Morar sozinha é o paraíso! Juro. Gosto do meu apartamento, decorado e bagunçado por mim. Às vezes recebo visitas, às vezes vou visitar, entretanto permaneço mais no meu canto. Gosto assim. Se isso é solidão? Ah, eu não sei... para mim isso é ser livre. Talvez um dia eu encontre um cara muito foda que me faça querer ser par... que me faça desejar viver uma solidão a dois. Mas até lá... Cheers! Fico com meus discos e meu whisky.

22 de outubro de 2015

Sobre depois das sensações


Depois de sentirmos tudo que sonhamos e desejamos, as coisas mudaram. A vida não foi como imaginamos. Acontece, é sabido. Não é doloroso ou sofrido. Não há culpa ou culpados. 

Depois de sentirmos a felicidade de estarmos juntos, já valeu a pena o encontro. Relacionamento não é fácil. Acontece coisas imagináveis. Não é difícil ou inédito. Não há culpa ou culpados.


Depois de sentirmos e vivermos o que desejamos juntos, a vida continua acontecendo. Ela segue do jeito que tem que seguir. Aceitar nem sempre é fácil, mas é preciso. Lembre-se: não há culpados. 


Agora, só agora, sinta-se bem. Abrace-se! Aceite ser quem você é. Viva o que quiser viver. Faça tua história sem esperar alguém chegar. Descubra-se! Não se culpe. Não procure culpado. Sonhe e busque o que almeja. Doce. Doce. Doce. Doce. Doce. Doce. Doce. Sete vezes para dar sorte, aprendi com o poeta.  

14 de outubro de 2015

Sobre viajar com ele


Vou conhecer um lugar novo, vou viajar com ele. Vamos de carro, vou dirigir. Serão 139 km de caminhos novos. Novos caminhos. Tudo novo e diferente. Ele não é tão novo em minha vida, mas está diferente. Começar de novo. (RE)começar. Dizem que na cidade que iremos há uma magia pelo ar, que boas energias fluem e todo mal que há na gente se esvai água abaixo. Que as cachoeiras de lá, lavam sua alma e sua aura. Que todo passado passe. Que todo presente seja lindo. E que o futuro tenha calma. O que estou vivendo agora é o que quero viver. Que eu consiga me sentir REnovada... reNOVAda. Com ele, sejamos doce!

24 de agosto de 2015

Sobre constatações de como, quando e quem




Apesar de não ter consumido bebida alcoólica, hoje acordei de ressaca. E exausta, dolorida como quem leva uma surra. Mas preciso trabalhar, pagar minhas contas e quem sabe guardar alguma grana para poder viajar nas férias. Então, segui minha rotina. No caminho do escritório descobri que não tenho em quem pensar. Não tenho um cara por quem sinta vontade de enviar uma mensagem de bom dia ou dizer que lembrei dele quando ouvi a música do George Ezra. Assim como não tenho anseio de receber mensagem matinal de ninguém especial. Foi triste pensar nisso e constatar que não tinha sentido falta. Justo eu, tão melosa! Como? Quando? Eu não soube responder...

Eis que no meio de uma planilha de Excel, cheia de dados e fórmulas, me veio a resposta. Não foi "como" nem "quando", foi "QUEM"! Aconteceu depois dele. Desde que ele se foi eu me tranquei. Ou melhor tranquei meus sentimentos. Tenho saído, bebido, conhecido pessoas. Mas tudo superficial. Acho que a dor foi tanta que não quero sentir mais nada parecido. Então finjo. Fujo. 


Me lembrei que há meses não nos falamos. Da última vez foi horrível, nos tratamos como estranhos. Impessoais. Formais. Preferi não conversar mais. E tem sido assim. Com os outros. Converso e quando vejo que já não é mais impessoal, eu paro. Não quero mais contato. Fico triste um tempo mas logo passa. E esqueço. Ou finjo. Já não sei. E na verdade não quero saber... Eu não me importo. Ou finjo. Eu só fujo. É o mais seguro.

23 de junho de 2015

Tá frio aqui.


Não sei se o inverno começou oficialmente, sei apenas que o frio já fez morada em mim. Há algum tempo, confesso. Não, não é ruim, nem inédito. Não me assusto ou recuo. Ao contrário, aceito. Me entrego. O frio nunca me incomodou, sei me aquecer quando preciso. Mas ando com uma preguiça imensa. De tudo. De todos. Cansei, sabe?! Tô quietinha aqui no meu canto, sem esperar nada. Apenas desejando que tudo aconteça da melhor forma possível. Continuo vivendo, tentando melhorar. Seguir, esquecer. Abraço minha dor, me reconforto. Inverno-me.

25 de janeiro de 2015

O que vai ficar?



Tudo move-se descompassado, sem ritmo definido. Me confundo e me perco, seria arritmia temporal? As canções não fazem sentido, odeio todas elas! Me falta em quem pensar e sobram pessoas. Estou: Cativa por necessidade e longe por opção. Perder virou rotina, dor não se tranforma em amor. Quando vai acabar? Será que vai passar? Há o que esperar? Acho que terei que me acostumar...

21 de janeiro de 2015

"Minha vida, meus mortos, meus caminhos tortos"




"Je vous souhaite enfin de ne jamais renoncer à la recherche, à l'aventure, à la vie, à l'amour, car la vie est une magnifique aventure et nul de raisonnable ne doit y renoncer sans livrer une rude bataille. Je vous souhaite surtout d'être vous, fier de l'être et heureux, car le bonheur est notre destin véritable"

Jacques Brel

Um dos meus maiores sonhos é conhecer Paris e iria realizar este sonho em 2015, mais precisamente em Junho. Iria passar meu aniversário de 30 anos comemorando pertinho de Eiffel. 
MAS a vida é uma caixinha de surpresa, já nos ensinou o "velho bordão"! 
Com o acidente, tudo mudou e os meus planos não poderão ser concretizados. A vida está exigindo muita coragem para não me desanimar e desistir de tudo. TUDO. Não perdi a vida, entretanto um pouco de mim, morreu. 


Ainda carrego a parte morta comigo e dói muito. Dói o corpo e dói na alma também. Eu sei que alguns desses sonhos poderei realizá-los depois, mas outros não pois a oportunidade passou. Já há outras pessoas na obra que seria "a obra da minha vida", na cidade perfeita! Assim como o dia 13/12/2014 que seria um dia incrível e especial, não pude estar onde queria, nem com quem queria.

Apesar da gratidão por estar viva e não ficar com sequelas permanentes, me sinto triste e desesperançosa. Sinto saudade da minha vida e da pessoa que eu era, dos meus sonhos e amores. Mesmo fraturada, dolorida e dilacerada, estou me esforçando para me recuperar logo e poder seguir meu caminho, seja ele inédito ou conhecido.

"Por fim, espero que você nunca desista da busca, da aventura, da vida, do amor, porque a vida é uma grande viagem e ninguém consciente deveria desistir sem antes lutar uma dura batalha. Eu particularmente gostaria que você se sentisse orgulhoso e feliz, porque a felicidade é o nosso verdadeiro destino." 
(Tradução livre da frase que inicia esta postagem)

29 de agosto de 2014

Sobre o que eu poderia te contar


Logo mais, será outro dia. Mais um, sem você. Consegui mais uma vez. Não conversamos, não te procurei. Na verdade não sofri nem senti nada dessas coisas tristes. Simplesmente passou mais um dia. É algo como uma transmutação, sem o fogo, mas que deixa um monte de cicatrizes. Não é planejado, mas é calculado. Contado e medido. Quantificado. Logo mais, amanhã novamente. Passará, passarei, passaremos. Um dia, ainda hei de ficar em algum lugar...
Por Camila Blopes

18 de maio de 2014

Sobre cortes e sangramentos


Hoje cortei meu dedo sem querer. Sangrou bastante, troquei três vezes o curativo. Eu estava sozinha, não tive ajuda de ninguém. Sei que isso não é novidade, estou sempre sozinha e aprendi a me virar assim. Não é um sofrimento, é costume. O problema é que, hoje quando me cortei, desejei que você estivesse por perto. Por um momento senti necessidade de ser amparada, me senti tão frágil. Procurei por todo apartamento e você não estava. Lembrei da questão geográfica, vivemos distantes um do outro. Senti tanta saudade que me deu um nó na garganta. Então te liguei, mas você não atendeu. Desliguei e voltei ao meu mundo, preferi não pensar no motivo. Continuei a fazer o almoço, terminei de lavar minhas camisas e fiz a resenha solicitada pelo meu professor de Psicologia Organizacional. As horas foram se arrastando, tirei um cochilo, telefonei para meus pais, terminei de ver a temporada de Hannibal e senti mais saudade. Ficar sem falar contigo me entristece, entretanto, não sou de insistir em ligações não atendidas. Sou mesmo uma cilada, sei que sou. E esquisita. Não gosto de hiatos. Quando sinto o corte em meu dedo latejar, fico confusa... Não sei se consigo permanecer muito próxima, tenho medo de sangrar novamente.
Por Camila Blopes

7 de março de 2014

1467


 

Quando olhei no espelho não me reconheci
Cabelo curto, escuro e sem cachos
Corpo um pouco mais magro e alguns sinais de rugas no rosto
Camisa de manga longa em tom discreto
Não havia nada parecido com 2010

Cheguei aqui com medo mas determinada
Morei em um apartamento super pequeno
Quase não tinha móveis
Não entendia nada de planejamento
E pouco gostava de whiskey

Hoje quando me vejo sozinha na obra
Percebo que apesar das mudanças, minha essência permanece
Talvez tenha refinado meus gostos, trocado meu carro e conhecido vários lugares
Mas continuo no caminho do bem
Continuo sendo alegre e humilde

Sou a mesma de 2010 e serei a mesma em 2018
Aprendendo sobre gestão e em busca da graduação
Com sonhos realizados e com sonhos a realizar
Com amores acabados e com amores a começar
Minas Gerais e Santa Catarina
Por Camila Blopes
Feliz por completar 4 anos de conquistas em Santa Catarina
Eu amo ESTRADAS! 

17 de fevereiro de 2014

Novos ares


Amanhece
Rios, risos
Grito
Urro! 
Mas ninguém me ouve

Estou sozinha

Há liberdade em toda parte
Nos ares

Anoitece

Mares, males
Grito
Vibro!
Todos me ouvem

Estou sozinha

Há liberdade em toda parte
Nos males
Por Camila Blopes

24 de setembro de 2013

Sobre mudar e abandonar


REPENTINAMENTE: 
adv. De maneira repentina; que ocorre de repente.
Em que há imprevisto ou surpresa; imprevistamente.
Que ocorre de súbito; subitamente. 


Sempre estive mais para rio que para lagoa. Não reclamo quando preciso mudar ou mudar-me. A vida é assim mesmo. E na verdade, até gosto disso, a inércia me causa tédio. O que às vezes me assusta é a velocidade da mudança. Ontem queria fazer parte do meu mundo e hoje não quer mais minha companhia. Dizia ter saudade, agora não me procura.

Substituição? Talvez. Mentiras? Talvez. Impulsividade? Talvez. Se me importo? Não mais. Aprendi que devo respeitar os outros, a vontade de cada um, o livre arbítrio. Aprendi a me respeitar. Tudo sempre muda, o tempo todo, eu sei! E por isso aprendi a honrar meus sentimentos. Se quero, quero! Se não quero, digo. E se desisto, sigo em frente. Escolho meu caminho, escolho sempre estar alegre. Deixo todo peso desnecessário para trás, não carrego nada que não me faça bem! 
É baby, isso inclui pessoas! 

E apesar de ainda sentir algo por aquele que não se importa mais comigo, o deixo, o apago, o esqueço, o abandono. Sempre passa! Se supera! E quando passa, não adianta o quão bom seja ouvir bater, chamar, não volto. Não abro. Não lembro! Esqueço. Largo! Antes de qualquer sorriso sedutor, vem o mais importante: o meu! 

Por Camila Blopes