13 de dezembro de 2014

Que sorte é essa?!

carta 2
Nos achamos em meio tantas possibilidades. As primeiras conversas fluíram suave, a perspectiva de diminuir a distância surgiu, mas não aconteceu, Distantes cada vez mais. Então te contei sobre minha mudança, estaríamos mais próximos. As conversas voltaram a fluir e a possibilidade do encontro tornou-se real. Escolhemos a cidade, a pousada e conciliamos o dia. A ansiedade crescia. O carinho crescia. A cumplicidade crescia. Dia 13 de Dezembro seria nosso dia. Seria.

O mesmo destino que fez nos acharmos entre tantas e tantas pessoas, quis adiar esse encontro. De maneira abrupta vários sonhos foram arrancados de mim com uma batida, inclusive o de estar contigo. Hoje, em nosso dia, estou sem ti. A vontade era de estarmos em um lugar na praia, vendo o mar e escutando risos e palavras inéditas. Ou podíamos estar deitados, você me fazendo cafuné nos cabelos e eu aprendendo o seu jeito favorito de receber carinho na barba. Lindamente felizes.

Mas em nosso dia, você está em casa e eu em um lugar frio, sem cor. Mesmo de longe você continua a me fazer bem, a adoçar esses dias amargos de paciente. Saiba que você faz diferença e está me ajudando muito. Sorrio ao ver suas mensagens e me emociono ao ouvir sua voz. Obrigada! Sei que vai demorar eu conseguir ser independente de novo, no momento preciso de ajuda até para tomar um copo com água. Entretanto, não desisti dos meus sonhos. E com você consigo acreditar que será possível realizá-los. Todos, inclusive, você!
Por Camila Blopes

2 andarilhos:

Adriano DiCarvalho disse...

Lindo demais!!! Mesmo sem atuar no drama, pude sentir cada palavra. Esse texto (que não conheço o grau de veracidade) parece um retrato. Gosto daqui! Sempre gostei!

Bjão
Adriano
Dose | Na Dose
www.dosenadose.net

Anônimo disse...

como disse a poetadosmilamores "adoro um amor inventado!"

 

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