29 de outubro de 2014

love, love, love...



Eu menti para mim mesma quando afirmei ser apenas um reencontro. No fundo eu sabia que significava mais, muito mais. Era evidente. Óbvio. Mas decidi não pensar demais e simplesmente ir. E eu fui mesmo. Me permiti viver tudo que sentisse vontade. Eu dancei, eu bebi, eu sorri, eu confessei, eu chorei, eu te beijei. Você me beijou, depois de um longo discurso que não me recordo muito bem. Já das tuas cores eu recordo, tão bem que posso te materializar aqui. Não me julgue mal, não menospreze o que vivemos e não tente ser sempre racional. Há sentimentos e sensações inexplicáveis. Eu me lembro de ti todos os dias da minha vida. Não de um jeito triste e sim de maneira saudosa. Eu te amo e acho que a distância e o tempo não afetam este amor. Continua. Acho engraçado, confesso. Um tanto quanto bobo, pueril e bonito. Espero que não me esqueça. Nunca. Espero que sejamos para sempre. Sempre. Saudades...
Por Camila Blopes

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