27 de janeiro de 2009

“Se eu não tiver amor, eu nada sou.”

Domingo eu não havia acordado muito bem, então pedi a Deus um sinal, uma resposta, um alento para aquilo que me perturbava. O dia passou sem nada acontecer. Resolvi ir à missa.

A igreja estava lotada, poucos lugares vagos. Sentei-me quase no último banco, não havia mais folhetins. Esperava, admirando a igreja matriz desta cidade, quando gentilmente uma mulher tocou em meu ombro e ofereceu o folhetim, dizendo que podia acompanhar com sua filha. Sorri e agradeci. Enquanto aguardava, o iníco da missa, comecei a lê-lo. Eis que me deparei com a resposta que eu procurava. Na última página estava lá, um cântico de comunhão que dizia aquilo que eu precisava e queria ouvir:


“Se eu não tiver amor, eu nada sou.
O amor é compassivo, o amor é serviçal. O amor não tem inveja, o amor não busca o mal.
O amor nunca se irrita, o amor nunca é descortês. O amor não é egoísta, o amor não é doblez.
O amor tudo desculpa, o amor é caridade. Não se alegra na injustiça, é feliz só na verdade.
O amor suporta tudo, o amor em tudo crê. O amor guarda a esperança, o amor sempre é fiel.
Nossa fé, nossa esperança, junto a Deus terminará, mas o amor será eterno, o amor não passa não.”

Depois de o ler, descobri o motivo de eu ainda pensar nele...


É porque o que sinto é Amor.
Emocionei-me e rezei agradecendo a Deus, e também O pedi.
Foi uma bela celebração. Saí da igreja contente e leve, pronta para começar mais uma semana.
Não feliz não triste e sim, suave.



Por Camila Blopes

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